quinta-feira, 23 de agosto de 2012

...

Não espere atitudes maduras.
Não espere uma mulher...
Não espere um desejo.
Nem tão pouco um orgasmo.
Nem lágrimas...
Talvez uma alegria que não exista.
Um sorriso esperançoso
Um abraço acolhedor
Isso você não quer.
Sinto muito... Não sou uma mulher...

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Olhos nos olhos

Quando você me deixou, meu bem,
Me disse pra ser feliz e passar bem.
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci,
Mas depois, como era de costume, obedeci.
Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer.
Olhos nos olhos,
Quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais
E que venho até remoçando,
Me pego cantando, sem mais, nem por quê.
Tantas águas rolaram,
Quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você.
Quando talvez precisar de mim,
Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim.
Olhos nos olhos,
Quero ver o que você diz.
Quero ver como suporta me ver tão feliz.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ausência

Eu deixarei que morra em mim
o desejo de amar os teus olhos que são doces 
Porque nada te poderei dar 
senão a mágoa de me veres eternamente exausto 
No entanto a tua presença 
é qualquer coisa como a luz e a vida 
E eu sinto que em meu gesto 
existe o teu gesto e em minha voz a tua voz 
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado 
Quero só que surjas em mim 
como a fé nos desesperados 
Para que eu possa levar 
uma gota de orvalho 
nesta terra amaldiçoada 
Que ficou sobre a minha carne 
como nódoa do passado 
Eu deixarei... 
tu irás e encostarás a tua face em outra face 
Teus dedos enlaçarão outros dedos 
e tu desabrocharás para a madrugada. 
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, 
porque eu fui o grande íntimo da noite. 
Porque eu encostei minha face na face da noite 
e ouvi a tua fala amorosa. 
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa 
suspensos no espaço. 
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado. 
Eu ficarei só 
como os veleiros nos pontos silenciosos. 
Mas eu te possuirei como ninguém 
porque poderei partir. 
E todas as lamentações do mar, 
do vento, do céu, das aves, das estrelas
Serão a tua voz presente, 
a tua voz ausente, 
a tua voz serenizada


Vinicius de Moraes

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Decisões

...
Chega uma hora que tem que escolher
Durante toda nossa vida,  sempre buscamos pela tal “Liberdade” e o direito de fazer o que temos vontade e fazer escolhas...
 Mas quando essas escolhas estão ali, perto de você, quando deixamos a inocência pra trás e temos que decidir... Tudo muda! Sentimos aquela ausência de alguém que poderia cuidar... Ou simplesmente falar o que temos que escolher... No final de tudo podemos culpar alguém não é mesmo? Não teriamos responsabilidade  se alguma coisa dêsse errado...
E  a decisão é certa ou errada?  Deixar o lado emocional de lado é sempre um desafio. O mais dolorido talvez é seguir o racional.
Uma decisão racional é deixar de lado seu sentimentos? Então não sei o que é ter direito de escolher! Nenhuma análise fria,objetiva, e matematica dos fatos vai me convencer do contrário

Mas se temos que escolher... Quem vamos culpar? A idéia de ser o culpado pelas suas escolhas é terrível... Se tornando passivo... E Pronto! Outra escolha!? Escolhendo que os outros decidam por você...se sentindo impotente a tudo que nos cerca. Escolhendo não escolher nada... O que seria isso? Medo? Medo de si mesmo?
Não...  Medo de consequências, talvez...
Engraçado...  Queremos liberdade. Mas no fim das contas sempre queremos ser crianças.. Sem responsabilidades... Sem escolhas... 

domingo, 4 de setembro de 2011

# coisa que não falo


Não deixarei que morra...
Quero que permaneça viva.
Sei que não vale
Mas não deixarei que morra em mim a esperança de resgatar-me
Essa Ausência ... 
Ausência maldita!
Quero ouvi-lo. Já sei o que vai dizer...
Mas quero ouvi-lo...Só para consolar-me nesse vazio
Só quero ter um fim ...tudo tem um fim. Não sou digna disso? Não sou digna de nada ?... 

sábado, 3 de setembro de 2011

Olhos vendados

Só agora consegues enxergar...
Depois de ter fechados os olhos para o lixo
e imaginar coisas bonitas ao seu respeito.
Uma grande massa de bondade e esperança lhe cegou.

Deixas-te destroçar...deixas-te sujar,
Preso por forçar misteriosas, movido por atos que não são do seu ser.
Agindo como um escravo,tendo prazeres que depois te causam dor...dor!
Sinta o vazio lhe corroer... a solidão abracar-lhe, abra os olhos!
 Só agora consegues ver o lixo??

domingo, 14 de agosto de 2011

Corta , corta!

Outra turma...outro orientador...outro modulo...e outras expectativas!
Começando uma nova Etapa..3º Modulo do curso de teatro... e fechando o segundo com chave de ouro...
parabenizo...
Renan, Rômulo e Eduardo, que finalizaram o 2º Modulo com a peça: O Cortiço...
 Minha turminha*-* que finalizamos com : Deu a louca nos Capulleto... e um agradecimento especial ao nosso orientador Gell Marcondes... que embarcou na nossa loucura!
 Agora ... uma nova turma, e já começamos com pique todo, e video improvisado..No Espaço Parabolandos